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Pizzaria oferece sabor com arroz, feijão, ovo e macarrão

Localizada no Guarujá, litoral paulista, PizzariaBatePapo aposta no cardápio diferente para atrair clientes

18/07/2014

Uma pizza vem chamando a atenção nas redes sociais nesta quinta-feira, 17/07. E, claro, dividindo opiniões. Uns a acham inovadora e apetitosa, outros um pouco “pesada e estranha demais”. A razão: ela tem como recheio arroz, feijão, macarrão, picadinho, ovos, batatas fritas, filé de frango e salada. E um plus: borda recheada de farofa com catupiry.

 

Quem vende a iguaria, chamada de “pizza PF”, é a PizzariaBatePapo, localizada no Guarujá. O dono do negócio e também pizzaiolo Ricardo dos Santos, de 43 anos, inventou o sabor nesta semana, para aproveitar a comida vendida no estabelecimento.

 

Segundo Santos, a pizza, que custa a partir de R$ 70, alimenta tranquilamente cinco pessoas. “Mesmo que todos estejam com muita fome”, diz. O segredo está na grande quantidade de comida, que é distribuída num disco de pizza com diâmetro de 50 centímetros.

 

A “pizza PF” é oferecida somente no jantar. Mais do que deixar os clientes com a barriga cheia, o produto tem uma missão: ajudar o restaurante a ficar famoso. “Os clientes que compram ficam hipnotizados com o tamanho, tiram fotos e postam nas redes sociais. Isso se multiplica na rede e traz um monte de gente de São Paulo e de outras cidades do litoral para conhecer nossos pratos”, afirma Santos.

 

O empreendedor abriu a PizzariaBatePapo em 2007, logo após deixar a profissão de eletricista. E percebeu que inovação é o segredo para atrair novos clientes. No cardápio, os clientes encontram, além da PF, pizzas com recheios de caranguejos, coco e até frango assado.

 

Os clientes, afirma Santos, podem pedir pizzas grandes com quatro sabores, mais um extra no meio. Eles podem, por exemplo, escolher os sabores calabresa, frango com catupiry, 4 queijos e marguerita – e, ao centro, um sabor doce, como brigadeiro. “Se quiser, eu coloco lagosta, batata-frita ou feijão com arroz”, diz.

 

Santos revela que o custo para fazer as pizzas “diferentes” são maiores do que as pizzas tradicionais. “Elas demandam mais tempo dos 11 funcionários da cozinha para serem montadas, além disso, demoram muito para assar”. O empreendedor, no entanto, revela que elas trazem publicidade para a empresa. “Eu comecei com essa história de cardápio diferente há três anos, e vou continuar apostando nele porque aumentou o número de clientes”, afirma.

 

E Santos já decidiu qual será o próximo sabor: feijoada. “Ela vai ter todos os ingredientes do tradicional prato, como toucinho, couve, paio e feijão preto, claro. E tudo arrumado bem bonitinho em cima de uma massa de pizza”. (PEGN)

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