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Proibição do consumo de ostras em Santa Catarina gera demissões de maricultores

A ação, em vigor a mais de um mês, abrange todo litoral catarinense

14/07/2016

Foto: Divulgação

A proibição da extração, venda e consumo de ostras, mexilhões, vieiras e berbigões em todo o litoral catarinense pela presença de uma toxina que pode causar intoxicação alimentar já tem mais de um mês. Segundo a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), ainda não há previsão de liberação. O maior impacto é no início da cadeia produtiva, com os maricultores. Para a Associação de Maricultores e Pescadores Profissionais do Sul da Ilha (Amprosul), que reúne 36 produtores familiares da região do Sul da Ilha de Florianópolis, a situação beira a “calamidade”. 
De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes em Santa Catarina (Abrasel), não há um levantamento oficial de perdas para o setor, já que na maioria dos restaurantes a ostra não é a única opção. Conforme o dono de um dos restaurante do Ribeirão da Ilha, no Sul de Florianópolis, houve uma queda de 30% no público, mas os clientes têm buscado alternativas. Segundo o médico veterinário da Cidasc, Pedro Mansur, não é possível prever quando a coleta de mariscos será liberada, por depender de condições naturais. As informações são do G1.

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