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Notícia

Novos Tempos

Por Gilmar Horácio*

25/06/2014

A cada dia que passa as empresas e os transformadores tem necessidades cada vez mais alinhadas.

 

As empresas precisam crescer, e para isso devem lançar novos produtos e serviços, explorando novos nichos, criando facilidades e entendendo novos segmentos que surgem com a modernidade.

 

Porém, esse crescimento só será possível através de muitas pesquisas, equipes de vendas com novas competências e produtos de acordo com as necessidades desses novos mercados target.

 

Da mesma forma, os transformadores têm novas/velhas necessidades, que se resumem assim: empresas que entendam suas dificuldades e criam produtos e serviços que facilitem sua vida, no intuito de melhorar seus resultados financeiros ao final do mês.

 

Estamos vivendo uma era de competição extrema. Para as empresas, as barreiras de entradas já não são tão grandes, e ainda surgem concorrentes de onde menos se espera e todos concorrem por um espaço no bolso do transformador.

 

Para os transformadores, a cada dia surgem novos estabelecimentos competindo para ganhar o público final, que acaba tendo diversas opções para suas refeições e até dificuldades para escolher onde vai colocar seu dinheiro.

 

Essa guerra será ganha por aqueles que aprenderem a utilizar o melhor do nosso tempo: tecnologia, inovação e, acima de tudo, qualidade.

As empresas que oferecerem as melhores soluções em produtos com equipes estruturadas, aptas a prestarem serviços e não somente tirar o pedido, saem na frente.

 

Os transformadores que entenderem esse novo modelo de atendimento, a nova tecnologia de produtos e seus benefícios terão mais tempo para se dedicar aos seus negócios, concentrando-se na gestão, na criação de novos pratos e novas formas de atender seus clientes, garantindo assim a melhoria de seus resultados ao final do mês.

 

*Formado em Comunicação Social, Pós-graduado em Gestão de Negócios e Green Belt Six Sigma na condução de projetos empresariais, Gilmar Horácio passou por importantes empresas do setor, como Yakult, Ambev, Sadia e BRF. O diretor do Grupo OC também realizou trabalhos na JBS e é consultor do Grupo Petrópolis.

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