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Food Service

Notícia

De olho no Food Service

A Ajinomoto do Brasil aposta no segmento de alimentação fora do lar através de sua divisão de food service, que tem crescido acima da média do mercado nos últimos seis anos. Em 2014, a empresa pretende incrementar as vendas em 35%

19/06/2014

A Ajinomoto do Brasil possui quatro unidades fabris localizadas no estado de São Paulo, nas cidades de Limeira, Laranjal Paulista, Valparaíso e Pederneiras, e sede administrativa na capital paulista

Amultinacional japonesa com sede em Tóquio está presente no Brasil desde 1956. A Ajino­moto do Brasil atua nas indústrias alimen­tícia, cosmética, farmacêutica, de nutrição animal e agronegócios. No setor de ali­mentos, além da linha de produtos volta­dos ao varejo, a empresa também atua no segmento food service.

 

“A Ajinomoto sempre ofereceu produ­tos para o food service, até então cha­mado por muitos de ‘mercado institu­cional’. Percebendo oportunidades no setor e lacunas não atendidas, nos orga­nizamos em uma estrutura exclusiva e dedicada a partir de 2006. Desde então, o negócio não parou de crescer”, conta Eduardo Bonelli, gerente de marketing Food Service da Ajinomoto do Brasil.

 

Com quatro unidades fabris, localiza­das no estado de São Paulo, nas cidades de Limeira, Laranjal Paulista, Valparaí­so e Pederneiras, e sede administrativa na capital paulista, a Ajinomoto do Bra­sil emprega cerca de três mil funcioná­rios e atende tanto ao mercado interno como externo. No mundo, opera em 26 países, possui 107 fábricas e aproxima­damente 28 mil funcionários.

 

Em 2013, a Ajinomoto do Brasil obteve fa­turamento de R$ 1,7 bilhão no ano fiscal. A porção referente à divisão de food service não é divulgada pela empresa ‘por serem informações estratégicas’. “A Ajinomoto Food Service tem crescido muito acima do mercado nos últimos seis anos, fruto de um trabalho integrado junto aos nossos distribuidores. Estes resultados nos mos­tram uma perspectiva ainda mais positi­va para o futuro. Em 2014, pretendemos incrementar as vendas em cerca de 35%”, revela Bonelli.

 

 

Mercado é dinâmico e exige habilidade

 

O mercado de alimentação fora do lar vem acompa­nhando o crescimento da economia. O gerente de marketing Food Service da Ajinomoto do Brasil afir­ma que “todas as empresas já olham para o mercado food service com atenção e a alimentação fora do lar deixou de ser ‘mais uma opção’ e se tornou uma ne­cessidade”. Porém, o executivo alerta que este é um mercado em constante transformação, que precisa de pensamento e visão de futuro, pois sua velocidade é diferente do varejo e sua dinâmica exige muita habi­lidade dos profissionais que estão envolvidos.

“O aumento do poder aquisitivo da população sem dú­vida colabora para o crescimento do food service, mas em contrapartida, a profissionalização e características tributário-fiscais do nosso país são fatores que dificultam o dia a dia dos nossos clientes. Temos cenários muito positivos para o futuro, todavia somente aqueles que estiverem preparados e oferecerem um serviço de qua­lidade continuarão fazendo parte do crescimento deste mercado”, avalia Eduardo Bonelli. “A profissionalização do segmento ganha cada vez mais espaço. Desta forma, novas oportunidades e exigências fazem com que tenha­mos um horizonte positivo para o futuro”, acrescenta.

 

Foco no atendimento

 

A Ajinomoto do Brasil conta com uma rede de distri­buição exclusiva com mais de 70 distribuidores em todo território nacional, o que a faz chegar com muita força e abrangência em todos os segmentos do food service.

A empresa aplica cursos para profissionais da área. Além de ter a oportunidade de estreitar o relaciona­mento com os clientes, oferece soluções e alternativas diferentes para aumentar a rentabilidade e qualidade do estabelecimento.

Os vendedores também recebem atenção especial. “Apostamos no trei­namento da equipe de vendas, de for­ma que nossos profissionais sejam ca­pacitados a superar a expectativa dos nossos clientes. Observamos todos os segmentos onde exista operação de food service como potenciais, ofere­cendo o atendimento de acordo com sua necessidade e características de operação”, afirma Bonelli.

 

 

 

Concepção dos produtos

 

Todos os produtos que a Ajinomoto Food Service lança nascem a partir de necessidades identificadas junto aos clientes, que depois de serem amadu­recidas geram um produto concebido de forma clara e concisa. A empresa ainda disponibiliza um serviço técnico para que os clientes obtenham sempre resultados superiores.

A missão da Ajinomoto nas diversas ope­rações no mundo é oferecer produtos sempre com a melhor tecnologia e qua­lidade, a fim de garantir aos operadores alto desempenho de sabor nas suas prin­cipais aplicações, por meio de temperos, molhos, realçadores de sabor, azeites e diversos produtos culinários.

O objetivo é encontrar as melhores soluções para os operadores, tanto em qualidade como em facilidade e eco­nomia. Entretanto, o executivo sinali­za que a perda da qualidade em detri­mento da redução de gastos pode ser uma armadilha. “Produtos que cortam etapas na cozinha, reduzem perdas e oferecem ótimo rendimento são as grandes promessas de muitas empre­sas, porém, se não houver uma grande contribuição em qualidade, torna-se uma promessa vazia, com a qual tanto clientes como indústria perdem.”

Neste ano, foram lançados três novos produtos. Um deles é o Molho Shoyu SATIS!™ Profissional, disponível em garrafas de 870 ml, galões de 5 e 20 L, na opção tradicional, e em galão de 20 L na versão light. Outro produto é o Tempero Sazón® vermelho em embalagem menor, de 450g, que visa atender à demanda de operadores que preparam poucas refeições por dia. A empresa ainda criou o Azeite Extravir­gem Terrano™ em nova embalagem de 250 ml, que também busca atender à demanda de estabelecimentos que preferem embalagens menores e de fácil manuseio para as mesas.

Os investimentos em lançamentos cresceram significativamente quando comparados a 2013. O planejamento da Ajinomoto, de acordo com Bonelli, é aumentar os investimentos para os próximos anos, a fim de incrementar as vendas e atingir a meta de 35%.

 

 

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