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Com foco em iguaria regional, Petit Foods aposta em comidinhas e dribla burocracias do mercado

Letícia Bertoli, empresária, conta que fugir da rotina diária e paixão pela cozinha impulsionaram empreendimento

03/11/2016

Comidinhas cheias de sabor e visualmente atraentes. O mercado de Finger Foods é ainda muito pouco explorado pelos brasileiros, mas já começa a ganhar destaque por conta de alguns empreendedores que decidiram seguir por essa modalidade no setor gastronômico.

 

Ideal para atender festas e grandes eventos, o Finger Food confere praticidade no preparo e até mesmo na hora de comer, pois evita a necessidade de louças e talheres. Ainda mais quando o evento reúne grandes rodas de conversas, seminários e palestras, Finger Food é uma ótima pedida para coquetéis e intervalos.

 

A empresária Letícia Queiroga Bertoli viu no Finger Food uma oportunidade de lucrar e trabalhar fazendo o que gosta. O crescimento veio com pouco tempo, cerca de um ano e meio no mercado. É assim que Petit Foods tem se destacado no cenário da gastronomia. Atendendo festas, feiras, buffets, bares, restaurantes, empórios e até pessoas físicas, Letícia tem um produto especial, carro-chefe do negócio: o bolinho caipira da região do Vale do Paraíba.

 

A ideia do negócio surgiu após Letícia ter se cansado de uma rotina diária de trabalho. A paixão pela cozinha também foi importante. Já a aposta no Finger Food veio naturalmente, conta a empresária. “A nossa proposta é apresentar não só para o mercado paulistano como também para o Brasil o famoso bolinho caipira da região do Vale do Paraíba. Inclusive a maior dificuldade é explicar que ele não é como os salgados convencionais, com pouca massa e muito recheio; ele é uma mistura de recheio e massa, onde os dois devem se destacar e juntos proporcionarem um sabor diferenciado”.

 

 

A massa da iguaria é baseada em farinha de milho, o que o torna uma espécie de polenta recheada. Explorar diferentes sabores é um objetivo, mas sem perder a proposta de bolinho caipira, sem glúten, com tradição do Vale. “A proposta de Finger Food veio mesmo com a demanda do mercado, sem opções novas de mini salgados para buffets e bares, percebi e apostei, onde são muito bem acompanhados e harmonizados com cervejas, drinks e também o tradicional cafezinho”, afirma.

 

DESAFIOS

 

Em pouco mais de um ano, Ana Letícia se deparou com as burocracias do Estado para manter o seu negócio. A falta de experiência no ramo alimentício fez com que a empresária se surpreendesse com a necessidade de inúmeras licenças, registros, burocracia e dificuldade de inserção no mercado.  “Tive muitas dúvidas ao ter que definir o segmento, o posicionamento da empresa e, claro, sentir o feedback de todos os clientes. O Brasil, infelizmente, é um pais que não incentiva o empreendedorismo. A carga tributária complexa e onerosa é um dos maiores problemas”.

 

Mesmo assim, a empresária garante que esforço vale à pena. Isso é refletido na proposta de crescimento que conta com um novo processo para atender eventos, indo até o local com infraestrutura para atender aos convidados e clientes. A Petit Foods também conta com sistema de Delivery e já investe no e-commerce para alavancar as vendas.

 

Para quem quer empreender no ramo gastronômico, a dica de Letícia é certeira. “Estudem bastante antes e não cometam meu erro de aprender apenas depois de já ter tomado a decisão. Pesquisem o mercado, o segmento no qual pretendem atuar, leiam sobre e façam muita, muita conta!”, finaliza.

Conheça o trabalho da Petit Foods:https://www.facebook.com/PetitFoodsBrasil/?fref=ts

 

 

 

 

 

 

 

 

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