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Burger King e Tim Hortons anunciam fusão para criar gigante do fast food

Com a compra da companhia canadense de cafés e rosquinhas por US$11,4 bilhões, a rede de lanchonetes poderá disputar mais forte o mercado com o Mc Donald's

26/08/2014

A companhia canadense Tim Hortons e o Burger King confirmaram um acordo para criar uma nova empresa no setor de restaurantes de serviço rápido, que deverá ter vendas anuais estimadas de aproximadamente US$ 23 bilhões e 18 mil restaurantes em 100 países. Segundo o Financial Times, o negócio foi fechado por US$ 11,4 bilhões. 

 

Controlador do Burger King, o fundo de private equity 3G Capital - comandado pelos brasileiros Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira - terá uma participação de cerca de 51% na nova empresa.

 

A companhia terá sede no Canadá, segundo comunicado divulgado pela Tim Hortons. Após a conclusão da transação, cada marca será gerenciada de maneira independente. A diretoria da nova instituição contará com oito executivos atuais do Burger King e outros três que serão nomeados pela Tim Hortons.

 

Sob termos padrões do acordo, que foram aprovados unanimemente pelas diretorias de ambas as companhias, os acionistas da Tim Hortons receberão 65,50 dólares canadenses em dinheiro e 0,8025 ação ordinária da nova empresa por papel da Tim Hortons.

 

As ações do Burger King serão convertidas em 0,99 ação da nova empresa e 0,01 de uma unidade de uma nova parceria limitada de Ontário controlada pela instituição recém criada

 

Controlador do Burger King, o fundo de private equity 3G Capital - comandado pelos brasileiros Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira - terá uma participação de cerca de 51% na nova empresa.

 

 

Após a conclusão da fusão, cada marca será gerenciada de maneira independente. Segundo comunicado divulgado pela Tim Hortons, a diretoria da nova instituição contará com oito executivos atuais do Burger King e outros três que serão nomeados pela empresa canadense. 

 

A compra da Tim Hortons dá ao Burger King uma marca de café que é cobiçada pelos canadenses e americanos - com a qual ela poderá renovar o seu café da manhã e disputar mais forte o mercado com o Mc Donald's, segundo análise da Bloomberg. (Fontes: Exame, Época Negócios e Folha de S.Paulo)

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