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Brasileiros fazem sucesso vendendo coxinhas em Nova York

Casal montou delivery de salgados e caiu no gosto de brasileiros e norte-americanos

05/08/2015

Ricardo Rosa e Vanessa Oliveira não sabiam exatamente o que esperar quando viajaram para os Estados Unidos em 2012, para estudar e começar uma nova vida. O gosto pelaculinária e o senso de oportunidade os levou a criar a Petisco Brazuca, delivery de salgados para eventos que fatura R$ 380 mil ao ano.

 

Ao organizar uma festa para amigos, o casal se deu conta de que não havia em Nova York o serviço de delivery de salgados para festas, comum no Brasil. Resolveram então colocar a mão na massa e produzir suas próprias coxinhas. O resultado foi tão positivo que decidiram investir na produção e hoje as encomendas chegam a 20 mil unidades por mês.

 

Segundo Ricardo Rosa, a qualidade dos salgados é o que tem conquistado não só os brasileiros como também os americanos. “Os brasileiros não conseguem ficar longe dos salgadinhos. Mas o mais legal é ver a reação dos americanos ao prová-los. Eles estão acostumados com petiscos industrializados, sem muito sabor, e se impressionam com as coxinhas”, diz o empreendedor.

 

Além de festas de aniversário e pequenos eventos, o delivery tem se popularizado entre grandes empresas para eventos corporativos. Entre os clientes da Pestisco Brasuca estão o Yahoo, a Agência Oglivy, New York University e até a ONU.

 

Sucesso no exterior



Formado em publicidade, Rosa sempre teve vontade de montar o próprio negócio e conta como encontrou em Nova York uma realidade muito diferente de São Paulo, onde morava. “É incrível como aqui a cultura empreendedora é mais desenvolvida. É muito mais fácil conseguir equipamentos baratos. Fora que os americanos estão mais dispostos a consumir todo tipo de produto”, afirma.

 

O empreendedor afirma que só no distrito de Queens, onde fica o escritório da empresa, moram mais de 20 mil brasileiros. Eles representam 70% dos clientes da empresa e são os responsáveis por popularizar o serviço entre os amigos norte-americanos.

 

Após faturar R$ 380 mil em 2014, eles planejam crescer 30% em 2015 e continuar expandindo. “No ano que vem queremos fazer um investimento maior em infraestrutura e dobrar o faturamento. Recebemos pedidos de todo o país e acreditamos que o negócio ainda pode crescer muito”, afirma.

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