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Alimentação saudável é uma boa oportunidade de negócio, sugerem estudos

Preocupação dos brasileiros com saúde e bem-estar faz mercado crescer e gera oportunidade para empreendimentos no setor

01/08/2014

O brasileiro se preocupa cada vez mais com a saúde e a qualidade da vida que leva. Essa constatação pode ser feita a partir do resultado de pesquisas que apontam o crescimento do setor de alimentação saudável no país, e mostram que apostar nesse tipo de negócio pode ser uma boa ideia.

 

Segundo os estudos da consultoria Euromonitor, a venda de produtos saudáveis, como alimentos e bebidas diet, light, sem glúten, sem lactose, naturais e orgânicos, cresceu 82% de 2004 a 2009, chegando a R$ 15 bilhões ao ano. A perspectiva de crescimento até 2014 é de 40%.

 

O levantamento da consultoria também aponta que grandes empresas, como redes de supermercado e fast-food investem em suas próprias linhas de alimentação saudável. A tendência atrai ainda para o país, franquias de restaurante e comércio de alimentos que focam em saladas, produtos orgânicos etc.

 

Outras pesquisas trazem números interessantes pra quem quer investir: uma pesquisa do Ibope mostrou que 10% dos brasileiros são vegetarianos, firmando um nicho no mercado. Outra constatação é da Associação de Celíacos do Brasil (Acelbra), de que um a cada 600 habitantes é intolerante ao glúten, abrindo mais um leque de oportunidades para alimentos exclusivos.

 

Alguns cases provam o sucesso do setor, como o serviço de entregas de pratos congelados vegetarianos e orgânicos do Galleria Orgânica, que também tem um serviço de catering –serviço que providencia comida em eventos–  especializado para empresas e aumentou o faturamento em 20% no ano passado.

 

Outro exemplo é a franquia de fast-food de saladas Salad Crations que chegou ao Brasil em 2007 e hoje tem 20 unidades espalhadas pelo país. Vale dizer ainda que o setor atrai, anualmente, centenas de pessoas para o Natural Tech, evento que agrega profissionais da alimentação saudável, produtos naturais e saúde. (Fontes: Estadão, Pequenas Empresas Grandes Negócios e Euromonitor).

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